Até pouco tempo atrás, quando alguma roupa minha estava furada, ou precisando de ajustes, minha primeira atitude era: "manheeeeeeee!"
Esses dias, depois de concluir minha primeira barra de calça, constatei algo importantíssimo para minha vida de moça prendada: preciso de um dedal.
Os textos geralmente vêm a mim inteiros, numa tacada só, muitas vezes quando não tenho como nem onde anotar. Repasso-os na cabeça até poder pegar o papel e a caneta, e aí eles fluem, começam e terminam, quase sem a minha intervenção.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
L´Oratorio d´Aurélia
Quarta-feira passada, 11 de junho. Um dia cheio de informações, coisas para pensar, procurar, descobrir, respostas a receber, cabeça lotada dando voltas e voltas. Foi assim que cheguei, às 21h, ao teatro do Sesc Vila Mariana.
Antes de o espetáculo começar, cheguei a pensar "o que estou fazendo aqui, com tantas outras coisas para fazer?"
Esta dúvida se foi assim que Aurélia entrou em cena. Durante aproximadamente 1h10, estive praticamente em transe.
Voltei à infância e fiquei surpresa ao me perguntar diversas vezes "como é que ela faz isso?". Depois respondi a meu questionamento interno com um "aah, se eu soubesse como ela faz não ia ter a menor graça".
L´Oratorio D´Aurelia surpreende a cada segundo com um truque, uma dança, um objeto inusitado que sai andando por aí. Cortinas se enamoram e nasce um "cortininho". Uma pipa empina Aurélia, e depois um trem atravessa seu corpo.
Saí de lá leve, emocionada, abençoada por ter assistido àquela brincadeira no palco. Brincadeira no melhor sentido da palavra, pois com certeza Aurélia e seus companheiros de palco trabalharam muito para constrúí-la.
Antes de o espetáculo começar, cheguei a pensar "o que estou fazendo aqui, com tantas outras coisas para fazer?"
Esta dúvida se foi assim que Aurélia entrou em cena. Durante aproximadamente 1h10, estive praticamente em transe.
Voltei à infância e fiquei surpresa ao me perguntar diversas vezes "como é que ela faz isso?". Depois respondi a meu questionamento interno com um "aah, se eu soubesse como ela faz não ia ter a menor graça".
L´Oratorio D´Aurelia surpreende a cada segundo com um truque, uma dança, um objeto inusitado que sai andando por aí. Cortinas se enamoram e nasce um "cortininho". Uma pipa empina Aurélia, e depois um trem atravessa seu corpo.
Saí de lá leve, emocionada, abençoada por ter assistido àquela brincadeira no palco. Brincadeira no melhor sentido da palavra, pois com certeza Aurélia e seus companheiros de palco trabalharam muito para constrúí-la.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Responsabilidade
No meu recém-instituído momento diário de caminhada e reflexão, de repente muita coisa fez sentido. Apareceu, muito forte, aquele sentimento de pertencimento e responsabilidade pela natureza que nos cerca. Respeitar a natureza é respeitar a si mesmo, afinal é tudo a mesma coisa.
Num dia iluminado, quando tudo se tornou mais claro, me dei conta do óbvio. Cada vez tiramos mais e damos menos à natureza a nossa volta. Se continuar assim, vai acabar. Isso é um i9ncrível, no pior sentido da palavra, ato de irresponsabilidade e desrespeito àquilo que nos acolhe e permite a vida. Destruímos, sujamos, desperdiçamos. Isso já está voltando para nós, mas ainda são poucos os que se dão conta disso.
Precisamos de educação. Me dá uma raiva desgraçada quando vejo alguém jogando lixo na rua, lavando a calçada ou algo do gênero. Normalmente xingo a pessoa em pensamento, faço cara feia e continuo meu caminho. Porém, hoje percebi que isso não ajuda em nada. Precisamos educar pelo amor, e não pelo ódio. Sendo assim, a melhor atitude a tomar é conversar com a pessoa e tentar convencê-la a mudar de postura. Se não for por amor ao próximo, que seja por amor próprio.
Num dia iluminado, quando tudo se tornou mais claro, me dei conta do óbvio. Cada vez tiramos mais e damos menos à natureza a nossa volta. Se continuar assim, vai acabar. Isso é um i9ncrível, no pior sentido da palavra, ato de irresponsabilidade e desrespeito àquilo que nos acolhe e permite a vida. Destruímos, sujamos, desperdiçamos. Isso já está voltando para nós, mas ainda são poucos os que se dão conta disso.
Precisamos de educação. Me dá uma raiva desgraçada quando vejo alguém jogando lixo na rua, lavando a calçada ou algo do gênero. Normalmente xingo a pessoa em pensamento, faço cara feia e continuo meu caminho. Porém, hoje percebi que isso não ajuda em nada. Precisamos educar pelo amor, e não pelo ódio. Sendo assim, a melhor atitude a tomar é conversar com a pessoa e tentar convencê-la a mudar de postura. Se não for por amor ao próximo, que seja por amor próprio.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Cultura
"Mas eu tenho uma preocupação, uma consciência que é a seguinte: a perda da cultura é um perigo, e uma ameaça muito séria né, porque a perda da cultura é como você arrancar uma vegetação de um lugar e jogar fora né, porque a cultura não é uma coisa "liga botão, desliga botão". Um povo sem cultura é um perigo."
http://br.youtube.com/watch?v=pUJ2mOrYc3A&feature=related
porque o que eu quero é dançar
http://br.youtube.com/watch?v=pUJ2mOrYc3A&feature=related
porque o que eu quero é dançar
terça-feira, 3 de junho de 2008
Quem não foi deixou de ganhar
Quem não foi deixou de ganhar o presente que é essa peça.
Deixou de ganhar estímulo para uma reflexão sobre o que fazemos com nossas vidas e com as pessoas que amamos.
Deixou de ganhar estímulo para se emocionar, de trocar energia com pessoas muito abertas a isso.
Deixou de ganhar nossa acolhida, nosso abraço e nosso sincero agradecimento.
Aos que foram, parabéns e muito obrigada.
Nós ganhamos muito com esta experiência. Confiança, segurança, união.
Nós também fomos acolhidos pela platéia e presenteados com a presença de quem passou por lá.
Entre Romeus e Julietas foi um presente de mão dupla.
"Quanto mais lhe dou, mais eu tenho"
Deixou de ganhar estímulo para uma reflexão sobre o que fazemos com nossas vidas e com as pessoas que amamos.
Deixou de ganhar estímulo para se emocionar, de trocar energia com pessoas muito abertas a isso.
Deixou de ganhar nossa acolhida, nosso abraço e nosso sincero agradecimento.
Aos que foram, parabéns e muito obrigada.
Nós ganhamos muito com esta experiência. Confiança, segurança, união.
Nós também fomos acolhidos pela platéia e presenteados com a presença de quem passou por lá.
Entre Romeus e Julietas foi um presente de mão dupla.
"Quanto mais lhe dou, mais eu tenho"
terça-feira, 27 de maio de 2008
Último final de semana de Entre Romeus e Julietas
Para os que ainda não assistiram e para os que querem assistir de novo, este é o último final de semana de apresentações!
Sábado, 31/05 - 21h
Domingo, 01/06 - 17h30 e 20h30
Onde: ESPM - Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 - Bloco C - 9º Andar
Quanto: R$10,00 - ingressos à venda na quadra da ESPM e com os atores.
Apareçam!
Sábado, 31/05 - 21h
Domingo, 01/06 - 17h30 e 20h30
Onde: ESPM - Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 - Bloco C - 9º Andar
Quanto: R$10,00 - ingressos à venda na quadra da ESPM e com os atores.
Apareçam!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Pareço Moderno
Na última sexta-feira (10/05), tive o imenso prazer de assistir ao show de lançamento do segundo CD do Cérebro Eletrônico, Pareço Moderno. Os shows deles têm uma energia maravilhosa, recomendo fortemente a todos.


Portal dos Sonhos - Tatá Aeroplano
Abrirei as portas dos sonhos
Recomeçarei tudo de novo
Relerei Alice no País das Maravilhas
Pegarei o Yellow Submarine
e visitarei Penny Lane
Brincarei com o espantalho
e o homem de lata
Tá aí, uma boa viagem
Tá aí, uma longa viagem
Tá aí, uma louca viagem
Abrirei as portas dos sonhos
Recomeçarei tudo de novo
Relerei as Reinações da Narizinho
Voarei num objeto não identificado
e visitarei Mr. Apple
caetanaves de um carnaval
maluco beleza
Vai, bate no tambor
vem viver a simplicidade
www.cerebrais.com.br
terça-feira, 6 de maio de 2008
As árvores do Brooklin
Passo por essas ruas diariamente desde que me conheço por gente.
De uns tempos para cá, minhas reclamações sobre morar-em-São-Paulo-que-não-tem-verde e sobre morar-no-Brooklin-que-não-tem-metrô têm sido constantes.
Pois bem, hoje, meu segundo dia de hum...não sei como chamar esse período. Enfim, hoje de manhã fiz uma caminhada pela rua, tirar o mofo, aproveitar o sol e o dia que me chamava. Fui lá fora e, pasmem a descoberta foi: o Brooklin tem verde! Então, de uma hora pra outra, vi como eu estava sendo repetitiva e irracional ao reclamar tanto, pois verde é muito melhor que metrô!
Conclusão: enquanto for pra morar em São Paulo, que seja perto do verde!
De uns tempos para cá, minhas reclamações sobre morar-em-São-Paulo-que-não-tem-verde e sobre morar-no-Brooklin-que-não-tem-metrô têm sido constantes.
Pois bem, hoje, meu segundo dia de hum...não sei como chamar esse período. Enfim, hoje de manhã fiz uma caminhada pela rua, tirar o mofo, aproveitar o sol e o dia que me chamava. Fui lá fora e, pasmem a descoberta foi: o Brooklin tem verde! Então, de uma hora pra outra, vi como eu estava sendo repetitiva e irracional ao reclamar tanto, pois verde é muito melhor que metrô!
Conclusão: enquanto for pra morar em São Paulo, que seja perto do verde!
segunda-feira, 5 de maio de 2008
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Último dia, primeiro dia
Último dia de trabalho aqui, depois de 8 meses. Foi o recorde de permanência num trabalho até agora. Foi válido, foi interessante. Mas descobri coisas sobre mim que me impedem de continuar. Tenho um mundo pela frente que precisa ser descoberto e saboreado. E, como nada melhor que compartilhar descobertas e aprendizados, nasceu este filho meu. O outro blog, aquele que aparece no meu perfil junto com este, fica para vocês conhecerem a antiga Juliana. Ela passou por muitas mudanças, e agora está novinha em folha. Calma, não coloquei botox, silicone, não fiz lipoaspiração. A transformação foi interna, e por isso muito mais intensa.
Sejam bem-vindos ao meu novo mundo!
Sejam bem-vindos ao meu novo mundo!
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